O
lar é uma empresa onde
homem e mulher são
sócios e como em toda
sociedade é importante
avaliar a função
e o papel de cada um dentro
da empresa. Vale portanto
avaliar esses papéis.
A mulher foi brindada pela
natureza com o dom da maternidade,
possuindo assim de modo natural
a capacidade afetiva mais
desenvolvida que a do homem,
com maior facilidade em atuar
com o sentimento, desde que
domine os complexos de rejeição
que o feminino costuma carregar.
Nos tempos atuais, o trabalho
feminino está se ampliando
pela situação
econômica difícil
de muitos casais, sendo porém
muito importante que a mulher
melhore cada vez mais sua
auto estima no feminino, pois
é certamente onde buscará
recursos e força para
o desempenho harmônico
no dia a dia.
Fala-se muito da independência
econômica feminina,
mas existem mulheres independentes
financeiramente e completamente
infelizes e carentes, por
não conseguirem realização
junto ao masculino.
Cabe a mulher entre outras
tantas coisas, valorizar e
melhorar a auto-estima do
homem, para que este sinta-se
com disposição
e energia para ser o provedor
da casa. Contudo, se a mulher
deseja ir para o mercado de
trabalho, nunca deve esquecer
que sua função
básica é ser
mãe e esposa, daí
reservando parte de seu tempo
para essa tarefa fundamental
da psique feminina.
Já o sexo masculino
age mais com a razão,
no geral limitando-se a uma
só atividade, tendo
dificuldades em flexibilizar
sua atuação.
Quando a mulher acreditar
no seu potencial, será
mais feliz. Não se
trata em desejar assumir o
lugar do homem e nem tampouco
competir com ele, mas apenas
reconhecer a sua função
feminina ao lado do masculino,
valorizando a sua vida e passando
a sentir prazer em qualquer
que seja a função
que exerça seja como
mãe, esposa ou profissional.
Sônia
Braga Urbano
22.03.2002
|